Consumo: Vendas pela internet já movimentam R$ 8,8 bilhões

O valor se refere ao primeiro semestre deste ano e é maior do que todo o faturamento de 2008, que ficou na casa dos R$ 8,2 bilhões. A expectativa é de que, até o final do ano, o montante chegue próximo dos R$ 20 bilhões. No ano passado, foram R$ 14,8 bilhões em vendas pela internet. O número representa acréscimo de quase 40% ante os R$ 10,6 bilhões de 2009. Em 2010, foram registrados mais de 23 milhões de e-consumidores. Ao todo, no período, foram realizados mais de 40 milhões de pedidos em todo o território nacional.

Os números são da e-bit, especializada na divulgação de informações sobre comércio eletrônico. Eles demonstram a força da evolução desse canal de vendas nos últimos anos. “Em 2001, o perfil do comprador era mais elitizado, ele pertencia a quem tinha acesso ao computador, às classes A e B”, lembra Alexandre Umberti, diretor de marketing e produtos da e-bit. Na época, os itens mais vendidos eram livros, CDs e DVDs e os tíquetes eram de baixo valor.

Hoje, as condições são outras. O poder aquisitivo da população cresceu nos últimos anos e o número de pessoas com computador em casa aumentou de forma significativa. Muitos consumidores da classe C passaram a fazer compras online. Calcula-se em 27 milhões o número de brasileiros que fizeram ao menos uma compra online até hoje. Somente nos primeiros seis meses do ano, quatro milhões de pessoas fizeram sua primeira compra virtual.

Tíquete médio está maior
Pesquisas realizadas pela e-bit mostram que o valor médio das compras no ano passado foi de R$ 373, contra R$ 335 em 2009 (crescimento de 11%). O tíquete das compras femininas aumentou de R$ 240, em 2005, para R$ 314 em 2010. A média dos gastos efetuados pelos homens no ano passado foi de R$ 425. “O aumento do valor se deve à mudança do perfil das compras”, explica.

Os itens mais vendidos
No ano passado, pela primeira vez, os eletrodomésticos ficaram com a liderança entre os itens mais vendidos em sites. Eles responderam por 14% das vendas, seguidos por livros, assinaturas de revistas e jornais (12%), produtos de saúde, beleza e medicamentos (12%), informática (11%) e eletrônicos (7%).

Grandes redes
Um aspecto importante para o impulso alcançado pelo comércio eletrônico nos últimos três anos foi o lançamento dos sites de redes tradicionais do varejo. Umberti, da e-bit, credita esse movimento ao amadurecimento do canal de distribuição. Fatores como o sucesso das empresas pioneiras do varejo virtual e o aumento significativo do número de internautas foram decisivos para empresas como Casas Bahia, Walmart, Máquina de Vendas e Carrefour, entre outras, apostarem na estratégia. “Essas empresas são bastante conhecidas e respeitadas, geraram confiança entre os consumidores antes receosos de efetuarem compras”, explica Umberti.

via: Meio & Mensagem

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